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Brasília / DF,02/02/2026

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    Ex-ministro do Peru que passou anos foragido morre em hospital prisional no RJ pouco mais de um mês após ser preso

    g1.globo.com
    Ex-ministro do Peru que passou anos foragido morre em hospital prisional no RJ pouco mais de um mês após ser preso


    Manuel Augusto Blacker Miller, ex-ministro das Relações Exteriores do Peru, morreu em 23 de janeiro
    Reprodução
    O ex-ministro das Relações Exteriores do Peru Augusto Blacker Miller, que foi preso no Brasil em dezembro, morreu em um hospital prisional no Rio de Janeiro no mês passado, informou a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio nesta segunda-feira (2).
    Segundo a Reuters, as autoridades prisionais informaram que Miller, de 80 anos, morreu em 23 de janeiro no Hospital Penal Hamilton Agostinho, no complexo prisional de Gericinó, após sofrer uma parada cardiorrespiratória.
    Ele participou da equipe do ex-presidente Alberto Fujimori na década de 1990 estava foragido desde que um tribunal albanês o condenou em um caso de fraude financeira na Albânia. Miller era procurado pela Interpol quando a Polícia Federal do Brasil o prendeu em 11 de dezembro.
    Blacker Miller ocupou o cargo de chanceler peruano em 1991. Em 2002, mudou-se para Miami com a esposa e os filhos. Em novembro de 2007, a Câmara Criminal Especial da Suprema Corte do Peru condenou dez ex-ministros do governo Fujimori a penas que variavam de 4 a 10 anos de prisão — entre eles, Miller.
    Em 2009, ele chegou a ser detido na Flórida por agentes do Departamento de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos, mas foi liberado e seguiu para a Albânia. No país europeu, foi novamente preso pela Interpol em 2013, sendo solto no dia seguinte.
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    Quatro anos depois, em 2017, Miller foi condenado a oito anos de prisão por irregularidades na construção de um incinerador destinado à queima de resíduos e geração de energia em uma cidade albanesa.
    De acordo com as investigações, ele teria prometido um investimento que não conseguiu cumprir. Desde 2018, seu paradeiro era desconhecido — até a prisão feita em dezembro passado pelo Núcleo de Cooperação Internacional da PF no Rio (NCI/Interpol), com auxílio de policiais federais do Setor de Capturas Internacionais de Brasília.




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